Dados não são inteligência por si só
Listas de indicadores, notícias e alertas produzem volume, mas não necessariamente relevância.
A informação se torna útil quando é relacionada ao setor, aos ativos, à exposição e às decisões possíveis.
Inteligência precisa gerar ação
O produto deve indicar o que monitorar, corrigir, bloquear, investigar ou acompanhar.
Sem responsáveis, prioridade e contexto, o alerta tende a se transformar em ruído operacional.

